29/03/2016

2* Parte Conquistas Sociais.

Revista Ideias na Mesa nº 6

Cozinha: lugar de todos

A publicação propõe uma reflexão sobre as transformações que essa prática ancestral vem sofrendo ao longo do tempo. Também trata da sua importância para a nossa cultura, história e, principalmente, como espaço fértil para a promoção da saúde, partilhas, trocas de experiências e prática de habilidades.
 
 
 
 

O ‘Ideias na Mesa’ é uma rede virtual de compartilhamento de experiências de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) vivenciadas por diversos setores da sociedade. 

 
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Revista Ideias na Mesa nº 6  -    Cozinha: lugar de todos.
 
 
 
 
 

26/03/2016

Conquistas da Democracia.

 Olá VISITANTES do Blog: CAE. Contagem.

Obrigada, chegamos á quase 6.000 Mil visitas. 
 
Para comemorar vamos voltar na historia e cultivar a memória das conquistas alcançadas no cenário da Segurança Alimentar. Assim vamos relembrar problemas e desafios enfrentados. Isso irá ajudar a compreender melhor nosso presente e saber o que se espera ser, o nosso futuro.

A saída do Brasil do Mapa da Fome das Nações Unidas é um do grande marco desse novo período. Se não fosse a democracia e, com ela, as liberdades individuais, de organização e de participação social, talvez a fome ainda fosse uma marca – tão negativa – da história atual do país.

 Um dos exemplos do compromisso recente do Estado brasileiro contra a fome foram as lutas sociais, lideradas por Herbert de Souza, o Betinho, que organizou ação pela Cidadania Contra a Fome junto com diversas entidades e movimentos sociais. Boa parte d o que se transformou posteriormente no Programa Fome Zero teve origem nessa iniciativa popular, que se irradiou por todo o país fazendo com que os governos assumissem também essa bandeira.

Tendo como marco a promulgação da Constituição Federal, em 1988 – o grande instrumento que possibilitou o início das transformações sociais em curso –, as conquistas desta nova realidade, sobretudo nos últimos 15 anos, têm colocado o Brasil como referência mundial na promoção do desenvolvimento social inclusivo e na luta contra fome e a pobreza.

 Outra importante conquista foi o Direito Humano à Alimentação Adequada, que só veio a ser inserido explicitamente entre os direitos sociais da Constituição em fevereiro de 2010, com a aprovação da Emenda Constitucional nº 64.

Também por meio do diálogo democrático entre governo e sociedade, foi criado o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea em 1993. Desativado em 1995, foi recriado em 2003 e, desde então, tem sido um espaço fundamental de discussão e de articulação entre governo e sociedade civil.

Diversas políticas públicas de segurança alimentar e nutricional foram criadas ou fortalecidas a partir de propostas e sugestões formuladas nesse ambiente de participação democrática, como a ampliação e o aperfeiçoamento do PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR (PNAE) e a criação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), entre muitos outros.

Fonte: Ministério da Saúde:

http://www.mds.gov.br/assuntos/seguranca-alimentar/participacao-social-garante-avancos-na-seguranca-alimentar-e-nutricional

A participação social garantiu avanços na segurança alimentar e nutricional do nosso Brasil.

Vinte um anos após a primeira Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional realizada País, o Brasil comemora a primeira geração de crianças livres da fome, que frequentam a escola e que recebem acompanhamento de saúde. (Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello).
Uma conquista que se confunde com os avanços da democracia, na medida em que muitas das mais importantes políticas públicas nessa área surgiram do diálogo entre governo e sociedade. As campanhas de combate à fome no Brasil até o início anos 1990, lideradas por nomes como o do ativista Herbert José de Sousa, o Betinho, exigiam que o combate à fome se tornasse política de Estado.
Hoje o Brasil é outro porque criou diversas políticas para combater a fome e a miséria.

 “A primeira Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional foi marcada por uma ação e um movimento puxado pelo Betinho e outros atores, militantes e ativistas que tentavam mobilizar a sociedade juntando alimentos e gêneros alimentícios para tentar socorrer uma população inteira passando fome. Quer dizer: era a ausência do Estado brasileiro que acabava levando pessoas engajadas, comovidas com a filantropia e com a caridade a assumir uma tarefa que deveria ser do Estado”.
Desde então, as transformações do país se confundem com o avanço da democracia, até chegar em 2014, quando, pela primeira vez na história, o Brasil saiu do Mapa Mundial da Fome, publicado anualmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (ONU/FAO).

No ano seguinte, em 2015, mais avanços. O Brasil alcançou duas metas da entidade internacional: cortar pela metade o número de pessoas passando fome e reduzir esse número para menos de 5% da população. Boa notícia para um país que, ao contrário de outros, sempre foi um grande produtor de alimentos, mas mesmo assim, a população passava fome.

 “O nosso problema não era a disponibilidade de alimentos, era acesso aos alimentos e à renda. E isso conseguimos alcançar com políticas públicas”.

Um conjunto de indicadores, hoje, descreve avanços importantes na realização do Direito Humano à Alimentação Adequada, que passou a fazer parte da Constituição Federal em 2010, tais como a redução no número de pessoas em subalimentação, redução da insegurança alimentar domiciliar, redução da desnutrição e da mortalidade infantis, diminuição da pobreza absoluta e da pobreza extrema.
“Os resultados são marcos positivos no enfrentamento da fome e da insegurança alimentar e nutricional, principalmente se considerado o passivo histórico existente. Porém, é fundamental que haja continuidade e ampliação de políticas públicas de enfrentamento da pobreza e das desigualdades sociais, de geração de emprego, trabalho e renda, assim como a priorização das políticas de caráter estruturante de promoção da segurança alimentar e nutricional”.

Evolução dos indicadores 

Indicador de Prevalência de Subalimentação: utilizado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO, há 50 anos, para dimensionar e acompanhar a fome em nível internacional e como base para a publicação do Mapa Mundial da Fome. O acompanhamento deste indicador revela que a prevalência de pessoas subnutridas no país vem reduzindo expressivamente desde os anos 90, conforme pode ser observado nas Figuras a seguir. De acordo com a FAO, em 1990, 22,5 milhões de pessoas estavam subalimentadas no país.

De 1990 a 2002, 3,5 milhões de pessoas deixaram de figurar entre a população subalimentada. De 2002 a 2014, a diminuição foi de 15,6 milhões de pessoas.

Ao todo, no período 1990-2014, houve queda de 84,7% no número de brasileiros subalimentados, a maior redução relativa da população de subalimentados da América Latina e a terceira maior redução em números absolutos observada entre todos os países.
Para produzir esses resultados, a FAO adotou como estratégia a combinação de várias políticas públicas, como a valorização real do salário mínimo, o aumento da cobertura da previdência social, o estímulo à geração de empregos e ao aumento do crédito, a criação e expansão do Programa Bolsa Família (que implicou forte aumento da renda dos mais pobres), o fortalecimento da agricultura familiar e dos programas de compras públicas e o acesso à alimentação por equipamentos sociais, a exemplo da alimentação escolar, que hoje atende 43 milhões de crianças no país.

Desnutrição Infantil

A prevalência de desnutrição infantil no país teve uma redução progressiva e expressiva nas últimas décadas: a prevalência de déficit de altura em crianças menores de cinco anos de idade (desnutrição crônica) teve redução de 65,8% no período entre 1989 e 2006, passando de 19,6%, em 1989, a 13,4% em 1996 e chegando a 6,7%, em 2006. Já a prevalência de desnutrição aguda (peso abaixo do esperado para a idade) em crianças menores de cinco anos diminuiu em 66,7%, passando de 5,4% em 1989 para 4,2% em 1996 e 1,8% em 2006.

Entre as causas da redução da desnutrição infantil estão o aumento da escolaridade materna e da renda da população mais pobre, e o aumento e a melhoria da cobertura dos serviços de saúde em geral e do saneamento básico. 

A redução, tanto para desnutrição crônica quanto para a aguda, foi mais expressiva entre os 20% mais pobres, nas últimas décadas (Figuras a seguir). Este maior percentual de redução entre os públicos de menor renda demonstra que as políticas de inclusão social e de redução da pobreza contribuíram para a melhoria do acesso à alimentação desta parcela da população.

Os resultados são bastante expressivos, também, quando se analisa o estado nutricional das crianças de 0 a 5 anos que são acompanhadas pelas condicionalidades de saúde do Programa Bolsa Família – PBF. O déficit de altura dessas crianças caiu 51% em apenas 4 anos.

Mortalidade infantil

Outro indicador importante de saúde no Brasil vem melhorando progressivamente nas últimas décadas, evidenciando avanços no acesso aos serviços de saúde e à alimentação adequada: a taxa de mortalidade infantil (óbitos por mil nascidos em menores de 1 ano de idade). Entre 1990 e 2013, a taxa de mortalidade infantil no país reduziu-se em 70%, passando de 47,1 em 1990, para 13,9 em 2013 (Figura a seguir). Com isso, o Brasil passou da faixa “média” (20 a 49 óbitos por mil) para a baixa (menos de 20). No período em questão, houve grande redução na mortalidade por doenças infecciosas, devido a praticamente as mesmas causas da redução da desnutrição infantil: melhorias no saneamento, aumento dos anos de estudos das mães e aumento da cobertura da atenção à saúde, principalmente, na atenção básica e nas imunizações e ações de vigilância sanitária e epidemiológica.

A taxa caiu em todas as regiões, com redução ainda mais acentuada no Nordeste: no período 1990-2013, a queda nesta Região foi de 78,8%, passando de 75,8 em 1990 para 16,1 em 2013. 
 

 Fonte: Ministério da Saúde.


Direito à alimentação

Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN).
  • O SISAN está cada vez mais forte. As suas instâncias interagem e funcionam plenamente na esfera Nacional (CAISAN, CONSEA e Conferências de Segurança Alimentar e Nutricional).

    Cestas de alimentos
  • A Ação de Distribuição de Alimentos a Grupos Populacionais Específicos tem como objetivo a aquisição de gêneros alimentícios básicos e a distribuição gratuita desses gêneros em forma de “cestas” de alimentos.   
Povos e comunidades tradicionais
  • O MDS apoia projetos específicos para a estruturação da produção familiar e comercialização, que auxiliam as famílias a produzirem alimentos de qualidade, com regularidade e em quantidade suficiente para seu autoconsumo e geração de excedentes.       

09/03/2016

FRUTAS DE MARÇO

 
DELÍCIAS DO MÊS DE MARÇO.
 
 
 
 
 
Esse é o mês do: Abacate, abacaxi, ameixa,
                             Banana-nanica, coco verde,
                             Figo, fruta do conde, goiaba,
                             Jaca, limão, maçã, mamão,
                             Nectarina, pera,
                              Uva, pêssego, seriguela e tangerina.
 
Economize na hora das compras e compre as frutas da estação!
 
Saber Mais:
 
 
 

02/02/2016

CONTROLE SOCIAL DO PNAE

Programa Nacional de Alimentação Escolar ___ PNAE.

O Programa foi criado sob o prisma de tripartite, ou seja, quem mantem o programa é o  FNDE/MEC, Fundo Nacional de Desenvolvimento Social, quem executa são as SEDUC's, Secretarias de Educação, órgãos das Prefeituras dos Municípios e o Controle Social  é de responsabilidades dos CAE's, Conselhos de Alimentação Escolar, neste contesto, buscam o equilíbrio e a plena execução do PNAE.

Infelizmente, na prática a lógica não se sustenta. No dia a dia, encontramos vários exemplos de conselheiros e, principalmente, presidentes de CAE's que são ameaçados ou perseguidos.

 Há de se intender que os Conselheiros são Voluntários,  responsáveis pelo controle Social de Milhões de Reais, onde na maioria das vezes os CAEs não rebem das Entidades Executoras/ SEDUCs, condições de atuarem em suas atribuições e também não, os documentos necessários para as analises de cada Gestão Anual.

Entretanto, respondem, de forma solidária, com as inconformidades e/ou irregularidades na execução do programa, juntamente á Entidade Executora (SEDUCs/Prefeituras), conforme a Resolução 26/2013.

 Quando o enfrentamento dos CAEs, se dá no âmbito dos Municípios ou dos Estados, os conselheiros enfrentam questões complexas na Gestão e também no acompanhamento das Licitações Públicas, onde na maioria das vezes não recebem os Documentos da efetivados no processo, não são comunicados das datas das Licitações, das datas de chegada dos gêneros Licitados.
Sendo portanto, um trabalho árduo e sem apoio para a sua execução na integra, ficando impossível aprovar as ações da Gestão dos Municípios sem conhecer a forma que foi executado o PNAE.

 Á SABER: No último ano, principalmente durante, o II Encontro Nacional de Alimentação Escolar realizado na cidade de São Carlos/SP, foi constatado que todos os CAE's, á nível Brasil sofrem por falta de infraestrutura, informação e capacitação.

A inércia da burocracia, colabora com a má gestão e com as inconformidades na execução do PNAE.

 A exemplo, o Estado de São Paulo e o Estado de Santa Catarina... Os presidentes de CAE's fizeram o enfrentamento, em busca de uma alimentação saudável e adequada para os alunos, além de buscarem a transparência na execução do Programa.
 
Também no Município de Contagem, no ano de 2015 faltou CARNE na Alimentação Escolar e o CAE atuou em suas atribuições e buscou em todas os órgãos a efetivação deste gêneros alimentício no dia á dia da Alimentação aos mais de 60 mil alunos da Rede Municipal, conforme estipuladas na resolução 26/2013. Infelizmente, não foi suficiente e o gênero CARNE ficou fora dos Cardápios por mais de 3 meses.

TEMA ALIMENTAÇÀO ESCOLAR!
 
O Tema, ganha importância, a medida que se torna manchete nos jornais e revistas nacionais. Os esforços dos milhares de conselheiros que participam do Programa ficam contidos em armários, ou, pilhas de documentos, em algum canto, de alguma sala, aguardando a sua vez.

Enquanto isso, a CGU divulga balanço de que R$ 2 bilhões são desviados da merenda escolar em SP entre 2014 e 2015. Muito ainda se tem para aprimorar o PNAE Programa de Alimentação nos Municípios  e o suporte específico aos CAEs e aos Conselheiros e Presidentes dos CAEs.

Para um controle Social efetivo, o cidadão que se dispõem Voluntariamente nos Conselhos precisam ter voz, ter a garantia da execução de suas DELIBERAÇÒES, terem Sede de Funcionamento estruturadas  com Recursos Humanos capacitados. Sendo assim, possível ao cidadãos destes órgãos exercerem a cidadania e legitimidade da Gestão deste Programa PNAE, tão importante no Pais.
 
(Manifesto de Repudio diante da falta de Estrutura aos CAEs).
Presidente: CAE.Contagem. MG.

http://www.fnde.gov.br/programas/alimentacao-escolar

Frutas da Estaçào.. Fevereiro Saudavel e econômico.

Fevereiro é o mês de:
 
Abacate, ameixa, carambola, coco verde, figo, fruta do conde, goiaba, jaca, maçã, pera, pêssego, seriguela e uva.
Escolhendo as frutas da estação você cuida bem da sua saúde e do seu bolso.
A melhor maneira de consumir os alimentos é aproveitando a época de cada um deles.  

Importância do café da manhã 

          Após uma noite de sono e um longo período em jejum, é hora de repor as energias para iniciar um novo dia.
 
          O café da manhã é uma das principais refeições do dia, pois fornece energia para atividades do dia a dia, além, das físicas e intelectuais.
Seu cardápio deve conter fontes de carboidrato (pão, cereal matinal, mix de cereais, bolos simples), proteínas (leite, iogurte, queijos magros, frios magros), vitaminas e minerais (frutas ou suco de frutas).
 
         Quem não toma café da manhã tem maior chance de comer maior quantidade de alimentos nas outras refeições. Para quem não tem hábito de consumir nenhum alimento pela manhã, o ideal é iniciar aos poucos.
 
         Na primeira semana, comece comendo uma fruta, tomando um iogurte ou um copo de suco de frutas. Na segunda semana, coloque mais um alimento, e vá acrescentando novos alimentos até que seu café fique completo! 
 
Saber Mais:
http://www.nutriativi.com.br/piramide-alimentar/

17/01/2016

Reuniões de 2015 e Participaçao do CAE nas açoes do Municipio.

O Ano de 2015 foi um ano de muitas atribuições para os Conselheiros do CAE.
 
Plenárias, Reuniões, Atividades e Ações dos conselheiros que marcaram o ano de 2015.
 

 
 

A estes Guerreiros Voluntários do CAE, o muito Obrigada por mais um ano de Lutas na Politica Pública do Programa PNAE _ Programa Nacional de Alimentação Escolar realizado no Município.




Alegria de Contribui na Politica Publica do PNAE.


 


Participação da Equipe de Nutricionistas




Participação da Sociedade Civil, SINDUTE e Poder Público
 












 

Participação do CAE no COMSAM _Conselho de Segurança Alimentar Nutricional de Contagem. MG.

Reunião do COMSAN



Confraternização do COMSAN 


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Legumes e hortaliças do Mês de Janeiro e a Pirâmide Alimentar


☀ Aproveite janeiro para comer alface, cebolinha, couve, salsa, abóbora, abobrinha, beterraba, pepino, pimentão, quiabo e tomate!
☀ Outra questão interessante é a economia que se faz na hora das compras.

☀ Os alimentos (Legumes Raízes e hortaliças)  da estação, tem sempre preços mais baixos.
 
       


Para saber mais:
Pirâmide Alimentar
 
A Pirâmide Alimentar pode ser o seu guia para uma dieta equilibrada e saudável.
Desenvolvida pelo departamento de agricultura americano, oferece orientações simples e fáceis para você escolher seu cardápio, além de mostrar como alcançar as necessidades de calorias e nutrientes da população por meio de alimentos habituais.
A versão mais recente deste guia é de 2005 e preconiza os pontos a seguir:

1 – Pratique atividade física frequentemente e com acompanhamento profissional. Não se esqueça da hidratação (tome pelo menos 2 litros de água por dia!)
2 – Utilize como base alimentar cereais, pães e massas integrais, além de óleos vegetais
3 e 4 – Coma frutas, legumes e verduras nas colorações mais variadas possíveis
5 e 6 – Consuma uma porção de castanhas/nozes ou leguminosas (feijão, ervilha, lentilha etc.) pelo menos uma vez ao dia
7- Utilize como base proteica carnes magras, assim como ovos (gemas apenas duas vezes por semana)
8 – Leite e derivados magros se bem tolerados, devem ser utilizados duas vezes ao dia. Procure alimentos enriquecidos com lactobacilos pro bióticos
9 – Doces, enlatados, embutidos devem ser consumidos como exceções. Procure consumir apenas uma vez por semana.
 
http://gruponk.com.br/blog/index.php/2015/01/piramide-alimentar/
                       Então vamos lá:
 
A pirâmide alimentar é um método que separa os alimentos em energéticos, reguladores, construtores e energéticos extras, que devem ser consumidos em ordem decrescente, ou seja, devemos consumir em maior quantidade os energéticos, seguidos dos reguladores, dos construtores e por último os energéticos extras, de consumo limitado.
A vantagem do uso da pirâmide alimentar é que se pode comer de tudo, sem enjoar da dieta, tornando os hábitos alimentares mais saudáveis.
Os alimentos energéticos são os responsáveis por gerar energia para que nosso organismo possa realizar suas funções normais:
– são os carboidratos complexos, como farinhas, pães, tubérculos, massas, cereais, trigo. Deve-se consumir 6 a 11 porções ao dia.
Os reguladores – legumes, frutas e verduras – fornecem vitaminas, minerais e fibras.  Deve-se consumir 3 a 5 porções de vegetais e 2 a 4 porções de frutas ao dia.
Os construtores são os ricos em proteínas, como o leite e derivados, carnes, ovos e leguminosas, e são responsáveis pela construção dos novos tecidos, pelo crescimento e pela reparação do desgaste natural dos tecidos.  Devem ser consumidas 2 a 3 porções de leite e derivados, e 2 a 3 porções de carne ou equivalentes ao dia.
Dentre os energéticos extras, os açúcares e doces devem ser consumidos com moderação. As gorduras, por sua vez, são necessárias em uma quantidade mínima no organismo, pois  realizam   isolamento   térmico,   proteção contra choques e transporte de algumas vitaminas.